Dirigente do SINCAB participa de Intercâmbio no Japão para troca de conhecimento e práticas sindicais e trabalhistas
Diretoria e Funcionários do SINCAB se unem aos trabalhadores do Brasil inteiro em mobilização contra desmonte de direitos
Marcha contra as reformas da Previdência e Trabalhista levou o SINCAB e milhares de trabalhadores a Esplanada dos Ministérios em Brasília; Polícia Mil...
O Brasil é mesmo o país dos descalabros. Se já não bastasse sofrer com o desemprego rondando em suas portas, os contribuintes com menor renda são os que mais pagam impostos. Apesar da queda de 3,15% na arrecadação em 2015, a carga tributária brasileira subiu no ano passado, passando de 32,42% para 32,66% do PIB (Produto Interno Bruto), conforme divulgou a Receita Federal, na última segunda-feira (19).
Cortar juros já em outubro, pode até acontecer! Mas vai depender do comportamento da inflação dos alimentos e dos ajustes fiscais prometidos pelo governo federal, afirmou na última quinta-feira o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, completando que o BC vem conduzindo sua política com a prudência que o momento requer.
O sonho da casa própria é uma realidade bastante factível no Brasil, se não fosse pelo fato de que o cidadão acaba enfrentando as restrições à concessão de financiamentos. Essa condição aliada a juros altos, desemprego e declínio na renda das famílias, tem levado a atual escassez de investimentos no setor da construção. O reflexo disso tudo, foi o fechamento de 31,1 mil postos de trabalho na construção civil somente no mês de julho deste ano em todo o país.
Nem mesmo os altos executivos de grandes empresas brasileiras, relutaram em afirmar que existem muitos pontos relevantes a serem discutidos sobre a tão discutida reforma trabalhista proposta pelo governo federal. Os presidentes de Nextel, Natura, Swiss Re e Fibria avaliaram que temas como permitir negociação entre empresa e empregado e regulação pelo governo são demandas que precisam de muita discussão.
Uma corrida contra o tempo! O governo tem pressa e corre para tentar aprovar ainda este ano a reforma da Previdência. O Palácio do Planalto pretende fechar a proposta de reforma nos próximos dias e discuti-la com as centrais sindicais e lideres aliados antes de encaminhá-la ao Congresso. A questão é que não será fácil discutir essa reforma, pois será preciso muita conversa com as centrais sindicais, que não admitem atingir quem já está no mercado de trabalho.
Apesar da terceirização já existir entre nós, esse é um tema bastante polêmico e requer muita discussão entre todas as partes envolvidas. Tentar aprovar no Senado Federal a terceirização, para qualquer tipo de atividade, nos moldes propostos pelo projeto aprovado na Câmara dos Deputados desde 2015, causará um desconforto enorme para o governo federal.