Estamos abrindo um novo canal de comunicação com nossos associados. O SINCAB, através de sua redação, proporcionara um espaço para que nossa categoria expresse sua opinião sobre os artigos publicados no site do sindicato. Acompanhe, leia, escreva para nós, opine e tire suas dúvidas. Junte-se a nós!!!

São reflexões colocadas pela psicóloga Dra. Roseana Cardoso Saraiva, responsável pela Clínica Psicológica do SINCAB, para orientar e facilitar o dia-a-dia das pessoas.

Durante a  maior parte de nossa vida, as palavras que mais escutamos são para nos reprimir e nos causar medo. Crescemos meio às altas expectativas parentais e uma educação que nos torna submissos. Quando adultos, esperam que sejamos destemidos, que corramos atrás dos sonhos e tenhamos sucesso. Crianças amedrontadas podem se tornar adultos destemidos, confiantes e com autonomia? Fica difícil, não é mesmo?

O que começou com grupos e cordões carnavalescos há cem anos, com instrumentos de sopro e nenhuma preocupação em seguir regulamentos, está de volta hoje, no sambódromo do Anhembi.

São várias as causas da dependência química; e cada indivíduo tem sua motivação. Não há regras porque muitas pessoas com uma vida, aparentemente, normal começam com uso recreativo de drogas (maconha, álcool, cocaína, crack, tabaco, etc.) na adolescência e se tornam adultos dependentes. Cada indivíduo é um indivíduo. Com suas peculiaridades e idiossincrasias. E os pais são os que mais sofrem e se recriminam querendo encontrar as causas do comportamento do filho adicto. Perguntam-se em que, quando e onde erraram, como um mantra incessante.

Pioneiros do Corinthians: nome do clube, fundado em 1910, foi tributo a futebolistas ingleses que estiveram no Brasil na época

75 anos se passaram da publicação do clássico “Vidas Secas”, do escritor Graciliano Ramos. O cenário nos sertões do Brasil, no entanto, não mudou muito. A seca narrada por Graciliano ainda se faz presente. São mais de 10 milhões de pessoas afetadas pela falta de água, em municípios do Norte ao Nordeste do país. Em Pernambuco, a seca atinge a mais de 1 milhão de sertanejos e há 130 municípios em situação de emergência. Desde 2011, o Nordeste se depara com a maior estiagem em 40 anos.

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