Dirigente do SINCAB participa de Intercâmbio no Japão para troca de conhecimento e práticas sindicais e trabalhistas
Diretoria e Funcionários do SINCAB se unem aos trabalhadores do Brasil inteiro em mobilização contra desmonte de direitos
Marcha contra as reformas da Previdência e Trabalhista levou o SINCAB e milhares de trabalhadores a Esplanada dos Ministérios em Brasília; Polícia Mil...
Se seguíssemos o que manda a constituição brasileira, o trabalhador deveria receber em agosto um salário mínimo equivalente a R$ 3.991,40 mensais, ou 4,54 vezes o mínimo atual, que é R$ 880, segundo o Dieese. Esse é o valor estabelecido para as necessidades básicas do trabalhador e sua família, tendo em vista moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social.
Sabe-se lá o que é conviver com uma taxa de juros do cartão de crédito na faixa dos 451,44% ao ano. E o pior, o cheque especial com taxa de 296,33% ao ano, em agosto. A justificativa da Anefac, diz que o aumento da inadimplência e a inflação pressionada, que corrói a renda das famílias, são alguns dos fatores que contribuíram para a elevação dos juros. E que, tendo em vista o cenário atual da economia à tendência é de que as taxas de juros das operações de crédito continuem a ser elevadas.
São longos meses de resultados negativos de um dos setores que mais empregam no país. Desde 2014 não se via com tamanha velocidade, uma queda tão extraordinária no número de vendas de veículos. O mercado interno encolheu 1,7 milhão de veículos e caminha para chegar ao fim do ano com vendas de no máximo 2 milhões de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus.
Enfim saiu do próprio ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, a receita para acabar com a recessão e voltarmos a crescer. Não se trata de milagre, mas sim de boa vontade e querer cortar na carne, na medida em que o governo faça o ajuste fiscal e consiga aprovar no Congresso Nacional a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 241, que limita o teto dos gastos das contas públicas.
As expectativas com relação às vendas no comércio varejista brasileiro em 2016 não são muito animadoras. Um levantamento feito pelo IBGE mostra que depois de uma leve alta em junho, o comércio voltou a recuar em julho. O recuo foi de 0,3% em relação a junho. Já em relação a julho do ano passado, o comércio recuou 5,3%. Essa é a maior queda desde o início da série histórica, em 2001.
E a avalanche da quebradeira continua a fazer vítimas desde lá atrás quando a crise se instalou por todos os lados do nosso imenso país. Isto explica os impressionantes dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgado hoje (14), sobre o número de empresas que fecharam as portas no Brasil em 2014, superando a quantidade de aberturas. Pela primeira vez, desde 2008 quando começou a pesquisa, o instituto registrou mais empresas fechando do que abrindo no país: saíram 944 mil empresas, enquanto as entradas somaram 726,3 mil.