Dirigente do SINCAB participa de Intercâmbio no Japão para troca de conhecimento e práticas sindicais e trabalhistas
Diretoria e Funcionários do SINCAB se unem aos trabalhadores do Brasil inteiro em mobilização contra desmonte de direitos
Marcha contra as reformas da Previdência e Trabalhista levou o SINCAB e milhares de trabalhadores a Esplanada dos Ministérios em Brasília; Polícia Mil...
Infelizmente não restou outra opção a não ser cortar na carne. Com a chegada da crise - em 2014 - não restou à população brasileira, nenhuma outra saída a não ser diminuir gastos e apertar o orçamento familiar. Um bom indicador destas medidas foram às despesas com cuidados pessoais que caíram 52%.
Tendo em vista que do exercício 2015/2016, ano-base 2014, 990 mil trabalhadores ainda têm direito a saque, Canindé Pegado, presidente do SINCAB e membro do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (CODEFAT) apresentou, no início do mês, uma reivindicação ao Ministro do Trabalho e Emprego, Ronaldo Nogueira, para ampliar o calendário de pagamento do abono salarial do PIS/Pasep, cujo prazo se encerraria no dia 31 de agosto e acarretaria em prejuízo para o trabalhador.
Demorou, mas aconteceu! Finalmente o governo federal enxergou o óbvio e desistiu de mandar- pelo menos este ano - para o Congresso Nacional a tão bombardeada reforma trabalhista. Mexer na legislação trabalhista em véspera de eleições é no mínimo um suicídio político para o governo. Além do desgaste político, o governo correria o risco de causar embaraços à tramitação de outros dois projetos considerados relevantes para o ajuste fiscal; reforma da previdência e a proposta que altera a Constituição (PEC 241) e fixa um teto para os gastos públicos.
Enfim, o presidente da república agiu com firmeza e racionalidade e vetou o reajuste para os defensores públicos da união. Num momento em que o governo se vê diante da cobrança de uma política de ajuste fiscal para o equilíbrio das contas públicas, seria imoral conceder aumentos muito superiores aos demais reajustes praticados para o conjunto dos servidores públicos federais. O maior índice de reajuste seria de 67%. Além disso, tais aumentos se situam em patamar acima da inflação projetada para o período. O Veto integral ao aumento para os servidores foi publicado no 'Diário Oficial'.
É sem dúvida uma previsão sombria. A indústria de São Paulo prevê que até o final do ano 165 mil postos de trabalho sejam fechados. Somente no mês passado, a indústria paulista fechou 11 mil vagas, segundo a Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp). Em 2015, o setor industrial perdeu 235 mil postos de trabalho.
Sabe-se que o comércio de mercadorias ilícitas em nosso país já ultrapassou as fronteiras da ilegalidade. Produtos roubados, furtados, contrabandeados e pirateados, estão presentes no dia a dia dos consumidores em feiras livres e até em lojas e supermercados. Esse é um mal que acaba prejudicando as pessoas, retirando empregos e trazendo conseqüências trágicas para a economia dos estados e municípios. Um estudo inédito da Fiesp mostra que só nos municípios paulistas são movimentados mais de 13 bilhões de reais em produtos ilícitos, em nove setores de atividade.