Dirigente do SINCAB participa de Intercâmbio no Japão para troca de conhecimento e práticas sindicais e trabalhistas
Diretoria e Funcionários do SINCAB se unem aos trabalhadores do Brasil inteiro em mobilização contra desmonte de direitos
Marcha contra as reformas da Previdência e Trabalhista levou o SINCAB e milhares de trabalhadores a Esplanada dos Ministérios em Brasília; Polícia Mil...
Alegando a necessidade de cortar custos em suas unidades espalhadas no Brasil e prejuízo de R$ 337 milhões sofrido no último trimestre deste ano, a Embraer parece ter concluído seu PDV (Programa de Demissão Voluntária) e vai mandar para casa cerca de 1.463 funcionários. A empresa tem atualmente 19 mil empregados espalhados em fábricas e subsidiárias que mantém no Brasil e no exterior.
Salvem-se quem puder! É cada vez maior o número de famílias brasileiras endividadas. O número alcançou 58,2%, segundo pesquisa divulgada ontem (27) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). 9,6% das famílias endividadas, disseram não ter como quitar as dívidas com cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro e seguro.
Uma pequena reviravolta está em curso no tão combalido mercado de trabalho. Pequenas e micros empresas começaram a respirar melhor e voltaram a contratar mais do que demitir. Essa movimentação foi sentida numa pesquisa elaborada pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Desde fevereiro não se via um número maior de contratações que o de demissões. Mas em agosto o saldo ficou positivo em 623 vagas.
Com base no crescimento do Produto Interno Bruto e da entrada das receitas de privatizações e concessões, o ministro da Fazenda acredita não ser necessário aumento de impostos para este ano e tão pouco em 2017. Segundo ele, a prioridade nacional atualmente é controlar a queda da economia, estabilizar, voltar a crescer, investir e criar empregos.
É imprescindível neste momento, a aceleração da votação da PEC 241/2016 no plenário da Câmara dos Deputados, para que o governo federal coloque em prática os ajustes fiscais necessários para uma possível redução dos juros. A intenção é abrir caminho para a primeira queda na taxa desde 2012. Se tudo der certo, a votação ocorrerá nos dias 10 e 11 de outubro, uma semana antes da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) que definirá o rumo da taxa básica de juros da economia, a Selic.
Perder a fé e a esperança não faz parte do cotidiano de um grande número de cidadãos brasileiros. Mas mesmo assim foi levantada a hipótese, por Cimar Azeredo do IBGE, de que o aumento de 1,3% na população inativa no trimestre encerrado em agosto ante o mesmo trimestre de 2015 pode estar ligado ao avanço no desalento, pessoas que deixam de procurar emprego porque acreditam que não conseguiriam uma vaga.