Dirigente do SINCAB participa de Intercâmbio no Japão para troca de conhecimento e práticas sindicais e trabalhistas
Diretoria e Funcionários do SINCAB se unem aos trabalhadores do Brasil inteiro em mobilização contra desmonte de direitos
Marcha contra as reformas da Previdência e Trabalhista levou o SINCAB e milhares de trabalhadores a Esplanada dos Ministérios em Brasília; Polícia Mil...
Uma queda tão brusca na venda de veículos novos no mês de setembro, já não causa tanta surpresa nos dias de hoje. As vendas do setor caíram 13% na passagem de agosto para setembro, com um total de 160 mil unidades emplacadas no mês passado. Na comparação com setembro de 2015, a queda foi ainda maior, de 20,1%. Foi o pior setembro na comercialização de veículos novos no País em uma década.
As expectativas dos empresários do comércio e serviços não são nada boas para o final deste ano. De acordo com um levantamento feito pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), 85% dos empresários não contrataram e não vão contratar trabalhadores para este fim de ano. A principal razão é não ver necessidade na ampliação do quadro de funcionários, acreditando que a equipe atual dará conta do volume de clientes aguardados para o período. Outras justificativas são a expectativa de baixa demanda no fim do ano e a falta de dinheiro para pagar mão de obra extra.
PIB em queda e arrecadação de impostos em baixa. É isso que diz o Impostômetro, painel instalado na sede da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e que registra o total de taxas, impostos e contribuições pagos pelos brasileiros desde o início do ano, quando anunciou nesta quinta-feira (6) que a marca de R$ 1,5 trilhão, neste ano foi alcançada com quatro dias de atraso.
Sustentar a família e conseguir sobreviver com um salário mínimo de 880 reais todo mês, com certeza não é uma tarefa fácil. Mas, nestas condições estão milhares de brasileiros, que recebem 4,6 vezes menos que o valor ideal. Se seguíssemos o que manda a constituição brasileira, o trabalhador deveria receber hoje, um salário mínimo equivalente a R$ 4.013,08 mensais, segundo o Dieese. Esse é o valor estabelecido para as necessidades básicas do trabalhador e sua família, tendo em vista moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social.
A grande verdade é que os brasileiros já não agüentam mais o tamanho da carga tributária que pesa sobre seus ombros. Oito em cada 10 brasileiros têm consciência de que pagam impostos. O Impostômetro mantido a mais de uma década pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) mostrou no dia de ontem que as três esferas de governo no país - federal, estadual e municipal - já arrecadaram mais de 1,5 trilhões de reais este ano em impostos.
Colocar o trem de volta aos trilhos é tarefa exclusiva do governo. O Brasil desencarrilhou e produziu uma das maiores crises de nossa história. Uma inflação na casa dos 7,04%, PIB em queda de 7% e desemprego que atinge 12 milhões de trabalhadores. Tudo isso provocou uma quebradeira generalizada da economia nacional. Fábricas reduziram jornada de trabalho, lançaram PDVs e demitiram trabalhadores. Comércio e serviços, quando não fecharam as portas, demitiram pessoas, reduzindo substancialmente os seus quadros de funcionários.