Dirigente do SINCAB participa de Intercâmbio no Japão para troca de conhecimento e práticas sindicais e trabalhistas
Diretoria e Funcionários do SINCAB se unem aos trabalhadores do Brasil inteiro em mobilização contra desmonte de direitos
Marcha contra as reformas da Previdência e Trabalhista levou o SINCAB e milhares de trabalhadores a Esplanada dos Ministérios em Brasília; Polícia Mil...
Tendo em vista que do exercício 2015/2016, ano-base 2014, 990 mil trabalhadores ainda têm direito a saque, Canindé Pegado, presidente do SINCAB e membro do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (CODEFAT) apresentou, no início do mês, uma reivindicação ao Ministro do Trabalho e Emprego, Ronaldo Nogueira, para ampliar o calendário de pagamento do abono salarial do PIS/Pasep, cujo prazo se encerraria no dia 31 de agosto e acarretaria em prejuízo para o trabalhador.
Parece que paira no ar o começo de um entendimento entre governo e sindicatos em relação à reforma trabalhista que o governo pretende enviar ao Congresso Nacional para ser votada somente em 2017. Desfazendo o mal entendido de semanas atrás, o governo calibrou o seu discurso e através do ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, garantiu a preservação dos direitos trabalhistas, objeto de muita polêmica nos últimos dias.
Uma redução drástica nas encomendas levou a Tecsis principal fabricante de pás para usinas de geração eólica no Brasil, a desativar uma das suas seis unidades de produção na região de Sorocaba - interior de São Paulo - e demitir cerca de 400 trabalhadores. A empresa que chegou a ter 7,8 mil empregados em 2014 fechou setembro deste ano com 5 mil funcionários.
Como já tinha anunciado anteriormente, o governo federal vai mesmo deixar para o segundo semestre do ano que vem a apresentação da reforma trabalhista e o envio do texto ao Congresso Nacional. A idéia é ganhar tempo e ter uma ampla conversa com todos os setores dada à complexidade da questão, segundo informou o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, nesta quarta-feira (21) durante evento em São Paulo.
É uma realidade cruel! Das 162 negociações coletivas com vigência em agosto deste ano, 17 não só não conseguiram repor a inflação como levaram à redução de salário e de jornada, segundo levantamento da Fipe. Infelizmente o número cada vez maior de desempregados, hoje em quase 12 milhões, fragiliza o poder de barganha dos sindicatos que acabam perdendo fôlego na hora de negociar com os patrões.
A recessão tem sido para a maioria dos brasileiros um dos piores traumas já sofrido nos últimos anos. Quase 12 milhões de pessoas sabem exatamente o que é sofrer com o desemprego. Entre eles estão cidadãos idosos, que viram suas chances de encontrar trabalho minguar de repente. O desemprego entre as pessoas com mais de 59 anos passou de 2,05% no último trimestre de 2014 para 4,75% no segundo trimestre de 2016 - alta de 132%.